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Festival Santa Catarina: Apollo G fecha em grande estilo e com “casa cheia” último dia do certame

Written by on 18/05/2016

O jovem artista Apollo G que participa pela primeira vez no Festival de Nha Santa Catarina, fechou na madrugada de hoje, em grande estilo e com “casa cheia” o último dia do certame.

Para além do 

concerto deste jovem, considerado o “mais aguardado” da noite, destacaram-se também no segundo e último dia do festival os grupos Cordas do Sol e Ceuzany, Elida Almeida e Tó Semedo, cuja atuação, à semelhança do primeiro foi marcado pelo atraso, tendo começado por volta da meia-noite com animação musical de Dj e atuação dos artistas locais JP e Finguers até por perto das 02:00.

Na altura da atuação destes artistas que antecederam Cordas do Sol, havia uma enorme fila de ingresso que prosseguiu ao longo do concerto do grupo de Santa Antão na companhia da Ceuzany, que arrancou perto das 02:00 proporcionando depois uma hora de show com uma performance sustentada pela assistência do público, que o grupo classificou de “caloroso”.

A atuação deste grupo, que terminou por volta das 03:00 teve como repertório músicas dos dois CD (Sintanton e Maria Joana) e as do CD a solo da Ceuzany, que interpretou “Sucupira”,  “Maria” (composição do falecido músico santa-catarinense Norberto Tavares) e Mindel D’Novas”.

No final do concerto, Ceuzany disse que vê no seu regresso ao grupo uma forma de valorizar a 

cultura cabo-verdiana, tendo em conta que têm projetos novos para os próximos tempos.

Depois seguiu-se o grupo Fidjus di Codé de Dona (EUA) que pisa pela vez o palco do Festival Nha Santa Catarina. Acompanhado do artista santa-catarinense Tikai fizeram o público “esquentar” por cerca de 30 minutos ao som do funaná.

Os festivaleiros, que não se importavam com o frio, realmente vieram para ficar e não “arredaram o pé” e esperavam ansiosamente os artistas e a surpresa anunciada pela edilidade.

Elida Almeida, também uma das atrações da noite, que já esteve outras vezes neste festival, subiu ao palco às 04:20 e apresentou um alinhamento com músicas dos seus trabalhos, aliás, todas conhecidas do grande público.

A jovem santa-cruzense cantou, encantou e fez o público tirar pé do chão ao som do funaná, sustentada pela assistência, que ficou ao rubro com a sua entrega e performance.

“Ora doce, ora margôs” (acústico), “Nhu Santiago”, “Leban ku bo”, “Forti dor”, “Grogu kaba”, foram algumas das musicas tocadas no concerto que terminou as as 05:07 com a música “É Zonban”.

Quem também era um dos artistas “mais aguardados” da noite” foi Tó Semedo que com “casa cheia” entrou perto das 06:00, tendo encantado e levado o público ao delírio, com um repertório focado no novo trabalho a seis meses intitulado “Serenity”.

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