Ahmed é o único sobrevivente do voo que matou 157 pessoas este domingo

Written by on 11/03/2019

Ahmed Khalid, em baixo já com o pai, no aeroporto de Nairóbi, depois de ter escapado à tragédia por causa de um atraso.

Saído do Dubai, Khalid deveria ter apanhado o avião de ligação a Nairóbi em Adis Abeba, mas o seu voo atrasou-se e acabou por só seguir na ligação seguinte. O atraso salvou-lhe a vida. O Boeing 737-8 MAX, que partiu da capital etíope, acabou por se despenhar às 8h44 (horas locais), cerca de seis minutos após a descolagem.

“Toda a gente estava a perguntar o que se passava mas ninguém dizia nada”, indicou Ahmed Khalid, já em Nairóbi, onde foi recebido pelo pai, Khalid Bzambur, conforme pode ver na imagem acima. “Andavam para trás e para a frente até um dos passageiros ver no telemóvel que o primeiro avião que tinha saído, cerca de seis minutos depois de sair, tinha-se despenhado”, indicou.

O aparelho caiu numa zona chamada Hejeri, perto da cidade de Bishoftu, a cerca de 42 quilómetros a sudeste da capital da Etiópia e onde fica a sede da maior base da Força Aérea etíope.

As causas do acidente ainda não são conhecidas.

Segundo a lista atualizada da Ethiopian Airlines, as 157 pessoas (149 passageiros e oito tripulantes) que morreram no acidente eram provenientes de 35 países, alguns do continente africano, mas também vários da Europa, como Itália, França, Reino Unido, Alemanha ou Espanha.

Entre as vítimas mortais do acidente consta uma pessoa de Moçambique, Estado-membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).


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