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Sal: Diretor Nacional da Saúde toma pulso da situação sanitária da ilha turistica

Written by on 27/09/2019

O diretor Nacional da Saúde encontra-se na ilha do Sal, para durante quatro dias, tomar pulso da situação sanitária na ilha mais turística do país, tendo considerado que a região está preparada para dar resposta às demandas.

Artur Correia, que iniciou essa sua visita na terça-feira, devendo concluí-la esta sexta-feira, diz que as estruturas sanitárias na ilha se complementam com as clínicas privadas, que fazem parte do sistema de saúde, dando respostas “com equipamentos ultramodernos”.

Contudo, considerando Sal uma ilha prioritária a nível do país, em assuntos sanitários, já que turística, com uma população “importante”, com mais de 37 mil habitantes, e a albergar o hub aéreo, com uma fronteira de vários países endémicos, Artur Correia disse que isso obriga garantir que a ilha não perca competitividade por questões sanitárias.

“Temos todo o interesse em visitar a ilha, para poder passar a mensagem do que o Ministério pretende na prevenção e controlo de doenças, mas também na promoção da saúde”, salientou.

“Já visitamos, praticamente, todas as clínicas privadas, farmácias, laboratórios existentes… de forma que vamos daqui com uma ideia mais real da capacidade de resposta da ilha, não só do sector público como do sector privado. Vou do Sal muito satisfeito, porque as condições sanitárias estão a evoluir no sentido positivo”, frisou, informando que o Hospital Ramiro Alves Figueira acaba de ganhar o estatuto de Hospital Regional.

“O que é muito bom em termos oficiais, mas devo dizer que o Hospital do Sal já ganhou esse estatuto há muito tempo”, observou, acrescentando que a unidade de saúde vem sendo reforçada com recursos humanos em várias especialidades, nomeadamente ginecologia obstetrícia, medicina interna, cirurgia e oftalmologia.

Fazendo essa leitura, Artur Correia entende que o Hospital do Sal está a ganhar um estatuto de “verdadeiro” hospital regional, e que vai desempenhar um papel “importantíssimo”, no “xadrez” das infraestruturas de saúde no país.

“É claro que a ilha da Boavista beneficiará com os ganhos do Sal, mas também com os ganhos da própria ilha. Boavista necessita ganhar mais resiliência em termos de resposta local. Já foi reforçada com mais médicos, a capacidade está reforçada, mas precisamos aumentar em termos qualitativos e quantitativos nestas duas ilhas vizinhas”, concluiu.

Fonte: Sapo.cv


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