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Quatro métodos que ‘matam’ o colesterol alto, segundo Harvard

Written by on 01/10/2019

O segredo, claro, passa pelo consumo de uma alimentação mais equilibrada.

É certo que os níveis elevados de colesterol colocam a saúde seriamente em risco. De forma mais ou menos técnica, podemos dizer que o colesterol é uma substância lipídica (gordura) que circula na corrente sanguínea e que, quando em excesso, compromete a fluidez do sangue. O que por sua vez provoca o entupimento das artérias e pode causar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, de derrames e de ataques cardíacos fulminantes. 

Embora o LDL seja considerado o colesterol ‘mau’ e o colesterol HDL seja entendido como um escudo protetor (especialmente no que diz respeito à saúde cardiovascular), a verdade é que apenas o equilíbrio entre ambos permite uma boa saúde.

No que diz respeito aos valores, os números apresentados nas análises sanguíneas têm um significado que varia de pessoa para pessoa e que devem ser avaliados consoante o seu estilo de vida, condição médica e ainda tipo de alimentação. De acordo com uma equipa de investigadores da prestigiada Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, os níveis de colesterol são considerados normais quando o valor é igual ou inferior a 190 mg/dl. Todos os valores acima deste devem ser examinados e monitorizados por um médico, pois pode ser necessário a toma de fármacos e incorporar inclusive algumas mudanças no regime alimentar.

Segundo Harvard o colesterol é maioritariamente controlado pela alimentação. A comida pode ser o desencadeador do aumento do colesterol ou um escudo protetor contra o problema.

Deste modo, os cientistas norte-americanos apresentam os quatro principais passos para regular os níveis de colesterol através da alimentação:

1 – Evitar ao máximo a ingestão de gorduras saturadas e transgénicas (como aquelas que abundam nos alimentos industrializados) e apostar em gorduras insaturadas (oriundas de vegetais, sementes ou peixes);

2 – Aumentar o consumo de fibra, um nutriente que ajuda também a regular os níveis de açúcar no sangue;

3 – Incluir esteróis e estanóis vegetais na alimentação. Os alimentos ricos em esteróis vegetais são os óleos de milho e soja, os frutos secos e as sementes de sésamo, estando este componente ainda presente na fruta. Já os estanóis fazem parte de todos os alimentos de origem vegetal. Estes dois componentes são saudáveis e diminuem ativamente os índices de colesterol ‘mau’;

4 – Encontrar a dieta ideal, isto é, o tipo de alimentação que melhor assegura as necessidades nutricionais e que tem em conta a atividade física e todo e qualquer tipo de problema de saúde que a pessoa possa ter, especialmente se for imunológico ou genético. Procurar um especialista é sempre uma excelente opção


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