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O mundo contra a Covid-19. OMS lança estudo global para testar 4 fármacos

Written by on 24/03/2020

Na passada sexta-feira, dia 20 de março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou o lançamento do projeto SOLIDARITY (‘solidariedade’), cujo objetivo final é realizar testes clínicos com os quatro fármacos mais promissores no tratamento contra o novo coronavírus, que origina a Covid-19

Oestudo, que pretende incluir milhares de pacientes provenientes de dezenas de países, pretende levar a cabo testes com medicamentos já existentes de modo a acelerar o processo de encontrar uma possível cura contra a Covid-19. Isto porque começar da estaca zero poderá levar anos e a pandemia já se expandiu por todo o globo. 

Adicionalmente, e para facilitar o processo, os cientistas estão a analisar fármacos não aprovados mas que mostraram ter um bom desempenho em estudos realizados com animais infetados com outras duas variantes de coronavírus: o MERS e a SARS. 

De todas as drogas farmacológicas testadas até ao momento, a OMS quer focar-se nas quatro que revelaram ser mais promissoras: o Ritonavir ou lopinavir usado para tratar o VIH; o Remdesivir, utilizado para tratar doentes com Ebola; a cloroquina usada contra a malária e a interferon-beta, que se trata de uma molécula capaz de estabilizar a inflamação do organismo e que, em testes prévios, revelou ter um efeito positivo no sangue de doentes infetados com MERS. 

Participar no projeto SOLIDARITY

Segundo a OMS vai ser fácil participar nesta ação. Quando um indivíduo com Covid-19 for considerado apto para o teste, o médico deverá inserir os seus dados no site da OMS, referindo também qualquer outra doença ou condição que possa influenciar o evoluir da infeção, desde cancro, a VIH ou diabetes. 

Adicionalmente, o clínico terá de mencionar quais os fármacos que estão disponíveis no hospital onde se encontra. Dessa forma a OMS poderá ponderar os tratamentos viáveis para cada caso. 

“Após esses passos, nenhuma medida ou documentação é necessária”, disse à Science Maria Henao-Restrepo, médica do Departamento de Vacinas e Biológicos de Imunização da OMS. 

“Será importante obter respostas rapidamente, tentar descobrir o que funciona e o que não funciona”, acrescentou.

Por fim e para analisar todos os dados recolhidos, os médicos irão registar o dia em que o indivíduo saiu do hospital curado ou a data do óbito, a duração do internamento e se o doente precisou de ventilação ou de oxigénio. 


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