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Covid-19: Repatriamento de foguenses retidos na Cidade da Praia sem data definida

Written by on 04/06/2020

O repatriamento de mais de uma centena de pessoas originárias ou que trabalhavam na ilha do Fogo, apanhadas na Cidade da Praia pelo estado de emergência, na sequência da pandemia, não tem ainda uma data definida.

O presidente da câmara de São Filipe, Jorge Nogueira, questionado sobre o processo, já que algumas dessas pessoas estão há cerca de quatro meses na Cidade da Praia, respondeu que o regresso ainda “não tem uma data”, mas que todo um trabalho está sendo realizado entre o Governo e as câmaras neste sentido.

Este indicou que há uma lista de pessoas cadastradas para solicitar autorização para o regresso, mas que o que número de pessoas apanhadas nesta situação é muito superior às que contam da lista, estando neste momento a câmara em contacto com uma das unidades hoteleiras, visando a sua utilização para complementar o espaço disponível na aldeia de Almada, que no dizer do mesmo não é suficiente.

“Estamos a criar todas as condições para regressarem, o processo está a ser analisado para que as pessoas regressem em segurança”, avançou Jorge Nogueira, sublinhando que a data para que isso aconteça ainda não está definida.

O autarca disse que o regresso será das pessoas que foram apanhadas pelo estado de emergência e de calamidade na Cidade da Praia, em tratamento ou em missão de serviço, e não todas as pessoas que querem regressar.

A aldeia de Almada dispõe das instalações e foi identificado para a colocação de pessoas para um curto período e que aguardam pelo resultado de teste e não para um período mais prolongado de duas semanas e em confinamento obrigatório.

Por isso precisa de alguns equipamentos, sublinhando que se não oferecer as condições serão identificadas outras unidades hoteleiras para a colocação das pessoas que vão regressar da Cidade da Praia.

De entre as pessoas residentes na ilha do Fogo e que foram apanhadas pelo estado de emergência na Cidade da Praia constam os doentes transferidos para hospital Agostinho Neto em tratamento, quer através dos serviços de Promoção Social das três câmaras municipais como pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).

Há ainda outras pessoas que se tinham deslocado para entrevista na Embaixada dos Estados Unidos da América, alguns recrutas da última incorporação militar devolvidos de São Vicente, professores de Santiago que trabalham na ilha do Fogo e técnicos de outras empresas e serviços.

Fonte: Sapo.cv


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