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Covid-19: Protecção Civil encerra uma vintena de estabelecimento devido ao “incumprimento” das medidas sanitárias

Written by on 08/07/2020

O presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros informou ontem, 07, que 21 estabelecimentos foram encerrados por incumprimento das medidas sanitárias, durante uma acção de fiscalização que decorreu no último fim-de-semana.

Renaldo Rodrigues, que falava aos jornalistas em conferência de imprensa para actualização dos dados da covid-19 no País, assegurou que com a aprovação da resolução nº 99, de 2020, que aprova a directiva de acompanhamento e fiscalização das condições gerais de segurança sanitária, a “tolerância a partir de agora é zero para os incumpridores”.

Depois de várias acções de sensibilização e de informação junto das pessoas e dos operadores, no sentido de adoptarem as medidas estabelecidas, agora, assegurou, vão partir para acções de fiscalização com “maior rigor” no cumprimento daquilo que são as orientações sanitárias.

Durante uma acção de fiscalização que decorreu nos dias 03, 04 e 05, a situação constatada, segundo Renaldo Rodrigues, “é lamentável”, pois a maior parte dos operadores económicos, das pessoas e das empresas ”não estão a cumprir” as medidas sanitárias impostas.

“Na semana passada, sexta, sábado e domingo iniciamos uma intensa acção de fiscalização no período nocturno que teve como foco os bares e os estabelecimentos. Das acções de fiscalização 21 estabelecimentos foram encerrados por falta de cumprimento das medidas sanitárias, desde sobrelotação, bares a funcionar fora do horário normal de funcionamento”, apontou.

Nesta nova fase de fiscalização, reforçou, nas situações que se verificarem risco de contaminação progressiva “a tolerância é zero”, isto é, o estabelecimento é encerrado e instaurado um processo, e só depois disso receberá ordens para reabrir.

A resolução nº 99, de 2020, que aprova a directiva de acompanhamento e fiscalização das condições gerais de segurança sanitária, visa, de uma “forma articulada e integrada”, coordenar os trabalhos entre a Polícia Nacional, a Protecção Civil, as delegacias de Saúde e a Inspecção-geral das Actividades Económicas.

Relativamente às pessoas que estão retidas nas ilhas com covid-19 e que almejam regressar às suas ilhas de origem, Renaldo Rodrigues disse que o processo tem decorrido “dentro da normalidade“.

“O processo tem estado a decorrer, não com a rapidez que eventualmente as pessoas quererão, mas estamos numa situação de excepção e às vezes há condições de segurança que temos de observar antes de pensarmos em facilitar o processo sem terem esses requisitos”, acrescentou.

Informou ainda que os Serviços de Protecção Civil e de Bombeiros continuam a fazer a desinfecção nas residências dos doentes com covid-19, apesar de não estarem a massificar a desinfecção dos bairros.

Fonte: Sapo.cv


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