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Maio: Agricultores consideram ano agricola “praticamente perdido”

Written by on 29/10/2020

Agricultores de ilha do Maio, avançam que Insuficiência de chuvas e proliferação das pragas, principalmente lagarta do cartucho do milho e mangra, estão a contribuir para que o ano agrícola na ilha seja nulo.

Os agricultores dizem estar decididos quanto ao desfecho do ano agricola na ilha, afirmando que a produção de milho e feijão já está “praticamente perdida”, por causa, por um lado, do ataque da lagarta do cartucho de milho e mangra nos feijões e, por outro, pela insuficiência da chuva, principalmente neste mês de Outubro que, “por infortúnio”, não se fez presente na ilha.

Escolástico Oliveira, da localidade de Morrinho, é um dos agricultores que lembrou que este ano a chuva veio um pouco mais cedo naquele povoado, ou seja na primeira quinzena do mês de Julho, feito que deixou “todos contentes”, por isso logo de imediato começaram a realizar as primeiras sementeiras.

Para agravar a situação salientou que veio mais recentemente a praga mangra, que está a “dar cabo dos feijões”, por isso o ano agrícola este ano “já está praticamente pedido”, embora algumas pessoas estejam a conseguir colher “algum melão e melancia”, mas “a maioria está estragada por causa de bichos”.

O presidente da Associação dos Agricultores do Maio, João Lopes, por seu lado, assegurou que a situação na ilha em produção agrícola de sequeiro é “praticamente nula”, tendo em conta “a insuficiência de chuvas”, embora admita que “num lugar ou outro” algumas pessoas “poderão colher algum fruto, mas nada expressivo”.


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