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UE condena golpe militar em Myanmar e pede libertação de detidos

Written by on 01/02/2021

A União Europeia condenou hoje o golpe militar ocorrido em Myanmar e reclamou a libertação imediata dos detidos, entre os quais a chefe de Governo, Aung San Suu Kyi, sublinhando que os resultados das eleições devem ser respeitados.

Charles Michel acrescenta que “o desfecho das eleições deve ser respeitado e o processo democrático necessita de ser restaurado”.

Também o Alto Representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell, recorreu à rede social Twitter para condenar “firmemente o golpe levado a cabo pelo exército de Myanmar” e reclamar igualmente “a libertação imediata dos detidos”.

Num comunicado entretanto divulgado pelo Serviço Europeu de Acção Externa, Josep Borrell reforçar que o golpe constitui “uma clara violação da Constituição do país e uma tentativa dos militares de reverter a vontade do povo de Myanmar e o seu forte compromisso com a democracia”.

O Exército de Myanmar declarou hoje o estado de emergência e assumiu o controlo do país durante um ano, horas depois da detenção de Aung San Suu Kyi, informou um canal televisivo controlado por militares.

Numa declaração divulgada na cadeia de televisão do exército, os militares acusaram a comissão eleitoral do país de não ter posto cobro às “enormes irregularidades” que dizem ter existido nas legislativas de Novembro, que o partido de Aung San Suu Kyi, a Liga Nacional para a Democracia (LND), venceu por larga maioria.

A Comissão Eleitoral de Myanmar negou que tenha existido qualquer fraude eleitoral nas eleições de Novembro.


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