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BestFly Angolana promete baixar preço dos voos domésticos em Cabo Verde

Written by on 17/05/2021

Baixar preço dos voos domésticos em Cabo Verde e permanecer além do contrato emergencial de seis meses é um dos objetivos apontados pelo grupo angolano que assume a concessão do serviço público de transporte aéreo interilhas em Cabo Verde.

O grupo foi escolhido pelo Governo cabo-verdiano, após consulta ao mercado, para assumir uma concessão emergencial, de seis meses, do serviço público de transporte aéreo de passageiros interilhas.

A escolha foi anunciada na sexta-feira pelo Governo, perante a ausência, há várias semanas, de bilhetes e voos agendados pela Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV, do grupo espanhol Binter) a partir de 17 de Maio – num aparente diferendo com o Governo, reclamando apoios financeiros devido ao impacto da pandemia de covid-19 -, sendo esta a única que operava, há quase três anos, as ligações aéreas internas.

O director-executivo da BestFly, grupo angolano garantiu que a operação que arrancou, e que nesta primeira semana prevê 30 voos, entre todas as ilhas de Cabo Verde, foi montada em apenas 15 dias e que apesar das dificuldades do sector, com forte quebra na procura no último ano, devido à ausência de turismo, o estudo de mercado realizado sugere que continua a ser “um negócio bastante apelativo”.

O grupo BestFly resulta de uma empresa de origem familiar criada em Angola, tendo como acionistas o empresário angolano Mário Palhares e o general João de Matos (1955-2017), que foi chefe do Estado-maior General das Forças Armadas angolanas, cujos herdeiros continuam accionistas da companhia, e que opera ainda em geografias como Dubai, República do Congo ou Portugal.


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